FILME Sinopse: Sete executivos disputam uma vaga numa empresa em Madri (Espanha). No mesmo dia, uma reinião do G-8 faz com que as ruas da capital espanhola seja ocupada por violentos manifestantes. Mesmo assim, os candidatos participam da seleção, cujas provas são elaboradas baseadas num chamado Método Grönholm. Fechados numa sala, os candidatos têm de descobrir quem é o agente da empresa infiltrado entre eles, entre outras provações.
OPINIÃO: O filme é ótimo! Nos faz enxergar alguns perfis de profissionais que existem por aí e que em alguns casos trabalham ao nosso lado... Vale a pena ver para dar umas risadas das cenas ilárias e das pegadinhas que os candidados caem... É bacana pelo fato de nos fazer pensar em até onde vale a pena ir por uma vaga ou promoção no trabalho, pois algumas pessoas acabam deixando de lado seus valores e voltam os olhos e todos os seus esforços para o trabalho...
Pesquisando sobre o filme encontrei um vídeo do youtube de uma peça de teatro com Susy Rego que foi feita baseda no filme... o vídeo pode ser conferidoaqui.
Mais do que mostrar competência e habilidade no seu ramo, o ambiente de trabalho exige que o profissional apresente uma postura adequada. A falta de preparo para lidar com algumas situações faz com que muitos profissionais, donos até de excelentes currículos, sejam prejudicados ou afastados de seus cargos.
São inúmeras as falhas que as pessoas cometem durante o horário de expediente. “Os principais estão relacionados à falta de noção e de preocupação com o que as outras pessoas possam estar pensando da conduta daquele profissional”, explica Maria Aparecida Araújo, consultora em comportamento profissional da Etiqueta Empresarial, no Rio de Janeiro.
Ela afirma que os principais erros estão ligados à aparência e ao comportamento. Dentre eles pode-se citar intimidade demais, o que faz com que o profissional abuse da liberdade, com gestos, tom de voz, agressividade ao falar e dificuldade em aceitar um “não”, infantilidade, egoísmo, orgulho, resistência a mudanças e mistura de vida pessoal com profissional.
Esses problemas estão ligados principalmente a ausência de inteligência emocional para encarar os obstáculos. “Ela ajuda a digerir as emoções no relacionamento interpessoal”. A consultora acredita que as pessoas não examinam suas deficiências e são pegos desprevenidos, fazendo com que seus sentimentos venham a tona e se submetendo a uma situação constrangedora.
Outro fator que contamina as relações profissionais é a fofoca. Pode começar com um simples comentário no corredor entre um cafezinho e uma ida ao toalete e terminar na sala do chefe ou no RH. Vale lembrar que uma fofoca só ganha força se for alimentada.
Autora do livro “Etiqueta Empresarial Ser Bem Educado é...”, Maria Aparecida explica que o profissional elegante jamais se permite fazer parte de um antro de comentários alheios - e sim se preocupa com seu serviço e, em efetuá-lo com excelência. “Não é necessário que a pessoa seja rude com os demais. E sim que simplesmente não se misture ou compactue com aquela situação”.
Mostrar superioridade demais também pode fazer com que o funcionário seja rotulado como prepotente. Cabe a pessoa saber analisar como são seus colegas e tratá-los com sobriedade sem fazer distinção. Quando os problemas pessoais insistirem em influenciar a produtividade e o bem estar profissional, tente se focar nos objetivos e entenda que criar uma situação desconfortável no trabalho lhe trará mais um problema.
De nada adianta ter inteligência emocional se o funcionário não tiver bom senso com seu visual. “Quando ficar na dúvida sobre o que vestir, procure observar como as pessoas que trabalham na empresa se vestem. E também como se vestem pessoas que estão crescendo dentro da companhia”, diz. Ela ensina que no ambiente de trabalho não se deve, de maneira alguma, expor o corpo - e sim expor a competência.
Existem alguns figurinos que, de maneira geral, devem ficar do lado de fora do escritório: minissaias, decotes, peças transparentes ou muito justas ou de cores chamativas e que não combinem.
Muitas empresas adotam “casual day”, na sexta-feira. E muitos profissionais acham que só por que não precisam ir trabalhar com roupa social, podem trabalhar como bem entendem. Isso é uma falha muito grande que costuma acontecer dentro das empresas, ensina Maria aparecida. O “casual day” permite que as pessoas se vistam de maneira esporte, mas não excessivamente descontraída. As mulheres podem usar calça jeans, blusa de algodão e sapatilha. Tênis não deve ser usado, a menos que outras pessoas usem e a empresa permita.
O ambiente de trabalho é onde você ganha dinheiro e mostra suas habilidades profissionais - e não um lugar para extravasar emoções de um momento difícil ou exibir a roupa nova que você comprou. O segredo do sucesso é o bom senso.
Aqui vão as dicas encontradas no portal dos administradores, sobre como tornar as reuniões mais produtivas:
1. Determinar o horário - Se você convocou a reunião, lembre-se sempre de determinar um horário para início e para término. Se for possível transmita antecipadamente aos demais participantes da reunião os assuntos que serão tratados. Determinando o horário, você terá melhores condições de organizar uma pauta e distribuir o tempo para cada assunto a ser discutido.
2. Pontualidade - A pontualidade deve ser aplicada, levando em consideração o horário de início e término da reunião. Se for possível, administre, também, o tempo de apresentação para cada tópico a ser explorado durante o desenvolvimento da reunião e fique atento para não ultrapassar cada estágio.
3. Utilize um relógio - Tenha plena consciência que ao convocar uma reunião o horário será um item primordial a ser controlado, caso contrário alguns participantes passarão boa parte do tempo "empurrando com os olhos" os ponteiros do relógio, não prestando atenção ao assunto explorado na reunião. Uma importante dica para evitar tal situação é utilizar um relógio à vista de todos para o devido controle do tempo.
4. Exposição pessoal - Acredite que uma reunião interna de trabalho é uma situação de alta exposição. Neste aspecto cuide da sua aparência pessoal e fique atento para não ocorrer gafes de maneira a fazer um participante ficar em situação constrangedora, do tipo: aparecer usando uma roupa social enquanto todos estão usando roupas esportivas. Não há nada de errado, se você desejar informar na convocação da reunião o traje apropriado que os participantes devem estar usando.
5. Respostas objetivas - É horrível contar com alguém que durante a reunião adquire o hábito de "Maria vai com as outras". Desta forma, tente se manter com uma postura que demonstre conhecer os assuntos em questão, tendo idéias próprias. Contribua com sugestões positivas prestando muita atenção a todos os comentários dos demais participantes. Jamais busque falar com o colega que está ao seu lado, enquanto outra pessoa conduz a reunião. Ao ser convidado a apresentar uma resposta seja objetivo, claro e condizente com assunto em pauta.
6. Discordar com profissionalismo - Se por algum motivo for preciso discordar de algum companheiro durante a reunião, seja claro, dizendo que não concorda com a idéia ou com a sugestão apresentada. Jamais discorde da pessoa, mas sim do que ela acabou de apresentar.
7. Egocentrismo - Não tente transformar o egocentrismo em uma barreira para novas idéias, sugestões de melhoria e opiniões de seus colegas. Convém não esquecer que as outras pessoas têm enorme vontade de apresentar seu parecer, assim como você os tem. Por isso é importante não expor o egocentrismo de maneira radical ou evidente, mas compreendendo e se fazendo compreender, afirmando quando possível: "estou de acordo, entretanto gostaria de observar que..."
8. Ouvir com atenção - Em uma reunião, busque ouvir a pessoa que está fazendo o uso da palavra. Muitos participantes deixam passar importantes oportunidades de expor suas opiniões por não ouvir ou estarem desatentos. Aprender a ouvir não é tarefa fácil, mas também não é nada impossível. Observe o quanto as pessoas deixam de lado este importante sentido humano e ganhe ótimas chances de crescimento e destaque profissional ouvindo opiniões, idéias e sugestões de seus colegas de trabalho.
9. Anotar os assuntos - Você percebe a importância de tomar nota dos principais assuntos discutidos ao dar continuidade às decisões tomadas em reunião. Neste aspecto, motive os participantes a anotar os tópicos da reunião, as decisões tomadas em conjunto e os assuntos que cada pessoa assumiu para sua responsabilidade.
10. Envolvimento dos participantes - Inúmeras reuniões são convocadas com objetivo e finalidade de decidir acerca de algum problema concreto, informar sobre mudanças necessárias e convocar pessoas para partilhar conosco a responsabilidade de decisões. Além disso, temos a necessidade de contribuir e partilhar nossas idéias pessoais com outras pessoas para levar adiante uma obra, uma mudança ou uma estratégia de trabalho. Uma decisão tomada em uma reunião permite com que todos os participantes assumam a decisão em equipe, multiplicando desta maneira a eficiência da ação e da decisão tomada.
Agenda diária Para planejar bem o seu tempo, desenvolva o hábito de manter uma agenda diária, faça assim:
No começo do dia, escreva uma lista de tudo o que quer realizar. Faça desta sua primeira atividade, antes de qualquer coisa. Tá bom, depois do café da manhã e de escovar os dentes.
No final do dia, veja tudo o que conseguiu fazer e transfira para o dia seguinte o que não foi feito. Prioridades
É importante saber dar prioridade às ações. Para mim, há alguns fatores que influenciam minhas prioridades:
Prazo. A primeira coisa que levo em conta é a data de entrega de uma tarefa. Uso um truque que é programar cada coisa para dois dias antes da data final. Assim eu tenho tempo de rever as coisas antes da entrega. Nem sempre dá pra fazer isto, porque surgem imprevistos e coisas de ultima hora e até aquelas coisas “pra ontem”. Nestes casos eu observo:
Resultados. Procuro dar prioridade àquelas atividades que trarão o maior resultado. A Regra de Pareto diz que 20% do que fazemos traz 80% dos resultados, enquanto os outros 80% de atividades produzem 20% de resultados.
Procuro identificar os 20% melhores e delegar o restante. Pense nisto: às vezes vale mais a pena contratar alguém para resolver o que não traz tanto benefício, mas que igualmente precisa ser feito. Ex: ir ao banco, ao correio etc. Pode sair até mais barato.
Facilidade. O terceiro fator de priorização de atividades é a facilidade (ou dificuldade) que determinada ação representa. Eu tento realizar tudo o que é mais rápido e fácil antes, assim no final do dia terei realizado um monte de coisas.
O perigo é ir deixando coisas mais complexas para depois e acabar esquecendo, por isso que este é o terceiro fator e não o primeiro. Os prazos e os resultados têm um peso maior que a facilidade de execução.
Às vezes, quando percebo que alguma coisa vai ser complicada, vou fazendo um pouco a cada dia ou por outro lado, vou “quebrando” um problema difícil em problemas menores e mais fáceis de resolver. Cada pequena parte resolvida é uma parte do todo, assim, quase sem querer grandes obstáculos são ultrapassados.
Conjugando estes três ângulos você também pode estabelecer suas prioridades.
Há 15 anos, as empresas pegavam os produtos que desenvolviam para os ricos e os depenavam para vender aos consumidores de baixa renda", diz Rodrigo Azevedo, gerente-geral de marketing para refrigeração da Whirlpool. "Hoje, para estar à frente dos concorrentes, é crucial encontrar maneiras de oferecer a esses consumidores aquilo que eles realmente desejam."
O consumidor da classe C se transformou num pobre exigente. Num movimento iniciado em 2000 - e intensificado nos últimos três anos, com o aumento da renda do brasileiro e a abundância de crédito -, esse consumidor ascendeu socialmente e passou a se deliciar com as possibilidades de consumo, tornando-se o grande vetor de crescimento do mercado doméstico. Hoje, em meio à crise financeira, atender às suas demandas tornou-se ainda mais importante, já que muitas empresas acreditam que a baixa renda é que vai segurar boa parte do consumo interno. As perspectivas são de que os estratos econômicos mais baixos da pirâmide social sejam mesmo os menos afetados pela crise graças a dois fatores. O primeiro: muitos desses consumidores têm a renda atrelada ao salário mínimo, que vem registrando ganhos reais desde 2003. Só neste ano o aumento foi de 5,8%. "Associe isso à queda esperada da inflação, e o resultado são milhões de consumidores de baixa renda com mais dinheiro no bolso para gastar", diz Leandro Padulla, economista da MCM Consultores.
Quanto mais miram na classe C, mais as empresas sentem a necessidade de conhecer a fundo esses consumidores. Uma pesquisa encomendada pela agência Nova S/B ao Ibope - e obtida com exclusividade por EXAME - acaba de revelar novas informações sobre esse universo. "Tendemos a ver esses consumidores como um monolito, mas isso é um erro", afirma João Roberto Vieira da Costa, sócio da Nova S/B. O primeiro passo do levantamento, iniciado em junho do ano passado, foi analisar os dados contidos em 4 500 entrevistas feitas com consumidores da classe C para o estudo Target Group Index, do Ibope Media. Os pesquisados foram homens e mulheres com idade entre 18 e 64 anos, residentes no Sul, no Sudeste e no Nordeste do país, responsáveis por, pelo menos, 50% das compras da família e com renda média mensal de 1 300 reais - um grupo de pessoas que representam cerca de 30,5 milhões de brasileiros. Depois dessa análise, o instituto partiu para uma segunda fase. Nela, pesquisadores e funcionários da agência de publicidade monitoraram por três meses o uso que 31 homens e mulheres emergentes, com renda familiar mensal entre 1 000 e 2 500 reais, faziam de seus recursos. O objetivo era demonstrar que esse público não tem um comportamento uniforme, e sim perfis diferentes. O acompanhamento foi feito por meio de um diário de despesas, em que os consumidores anotaram seus gastos durante os meses de setembro, outubro e novembro do ano passado. A conclusão é que essa gigantesca massa de consumidores pode ser dividida em três tipos bastante distintos.
O caso da Louis Vitton realmente merece destaque, pois uma marca com 150 anos de vida e sendo a maior potencia mundial em termos de luxo e que não teve nenhum impacto nesse momento de crise mundial. Hoje a LV é uma marca bilionária global e, conforme matéria publicada na revista Exame (leia aqui), muito lucrativa... com 400 lojas e faturamento de 5 bilhões de dólares. Na mesma matéria, é apresentado um ranking da LV em comparação as outras marcas de luxo com relação ao valor da marca. Louis Vitton ................ 21,6 bilhões de dólares Gucci ......................... 8,2 bilhões de dólares Chanel ....................... 6,3 bilhões de dólares Rolex ........................ 4,9 bilhões de dólares Porshe ....................... 4,6 bilhões de dólares Hermès ...................... 4,5 bilhões de dólares
Vale lembrar que as marcas de luxo, nascem como marcas de luxo, e são o que são por proporcionar exclusivade aos seus clientes e criar um imaginario que agrega valor à sua marca e produto.
Como tivemos a oportunidade de conhecer de perto essa cooperativa de crédito, algumas coisas chamam bastante atenção, uma delas é o Poupedi, a poupança do Sicredi...
O que acho mais bacana é a comunicação desenvolvida para o produto e os resultados que tiveram...
A proposta inicial é impactar as crianças e fazer com que elas motivem seus pais a abrirem uma Poupedi Sicredi, para motivar isso, são dados diversos brindes, na abertura da conta e a cada depósito.
Os brindes variam de cofrinhos, bonequinhos dos personagens, livrinhos e joguinhos para computador... e quanto mais poupa, mais ganha...
O site (confira aqui), além de ser completamente interativo, possui uma linguagem bem voltada ao público infantil com joguinhos e brincadeiras, e traz muitas informações bacanas, ensinando os pequenos a poupar e mostrando os beneficios...
O sucesso foi tanto que em menos de 01 ano de campanha, já conseguiu se atingir a meta de 1 bilhão de reais em investimentos em poupança, um sucesso incrivel para uma instituição tão recente.
O Brasil é social é com o avanço da internet, a comunicação foi além do bate-papo nas ruas, bares, cafezinhos, telefones etc. Conhecer pessoas ficou mais fácil.
A internet distancia de alguma forma física as pessoas, mas as une de muitas outras.
Na Wikipedia, que também é uma rede social, encontra-se uma descrição para explicar o significado de mídias sociais: “ferramentas online projetadas para permitir a interação social a partir do compartilhamento e da criação colaborativa de informação nos mais diversos formatos.”
Para se ter uma idéia do tamanho do mundo das redes sociais, a maior é o Facebook, com 1.191.373.339 de views por mês.
No mundo, 1.1 bilhão de pessoas maiores de 15 anos acessou a Internet em maio/09, sendo que dois terços acessaram ao menos um site de rede social, diz a pesquisa realizada pela comScore. O Brasil só perde para a Rússia em horas navegadas em redes sociais. “As redes sociais se tornaram um passatempo popular na internet não só em mercados maduros como a América do Norte, mas também em países onde há crescimento veloz da internet como a Rússia”, aponta Mike Read, diretor da comScore Europa. Ele ainda diz que “em um país de grandeza geográfica como a Rússia, redes sociais representam uma forma de ligar pessoas de lugares diferentes e o comportamento de alguns usuários oferece oportunidades a agências de comunicação digital e anunciantes que pretendem atingi-los”. E o mesmo pode ser aplicado ao Brasil.
Midias sociais e os negócios
Imagine que onde há interação social e compartilhamento de informações, pode haver pessoas falando (bem ou mal) de uma empresa. E isso não é controlado pela empresa, o que ela pode fazer é participar: colaborar e dialogar nesses ambientes. Ou seja, querendo ou não, as pessoas vão falar da empresa e a decisão de participar dessas discussões é da organização.
Além de participar, faz-se necessário acompanhar tudo o que estão falando e para isso é aconselhável muitas vezes a contratação de uma empresa com experiência no assunto, afinal estamos falando da imagem, de como ela está sendo vista pelos consumidores.
Está é, antes de mais nada, uma fonte de pesquisa tão ou mais importante do que pesquisas realizadas por institutos, pois tem uma característica própria de extrema relevância: os consumidores estão falando espontaneamente, sem interferência nem possível direcionamento em suas opiniões.
É muito importante traçar objetivos, estratégias e definir como você quer aparecer no mundo digital quando alguém te procurar. Basta começar cadastrando a empresa nas redes sociais. Para isso, crie um perfil dentro das redes que achar relevante para o seu negócio: Orkut, Facebook, Linkedin, Myspace, Twitter etc, e deixe que um empresa com conhecimentos na área de comunicação digital administre os perfis de sua empresa.
Mais atenção: as redes vão muito além do tão famoso Orkut. O compartilhamento de informações acontece em blogs, microblogs, chats, RSS, widgets, mensagens instantâneas, podcasts, sites de compartilhamento de vídeos e fotos, wikis e outros.
Apenas o cadastro não é um trabalho de mídia social. É só o começo. O importante é cuidar da sua reputação digital, sem querer controlar, e tornar-se relevante nas redes sociais.