quarta-feira, 4 de novembro de 2009
:: Administrando o tempo ::
Agenda diária
Para planejar bem o seu tempo, desenvolva o hábito de manter uma agenda diária, faça assim:
No começo do dia, escreva uma lista de tudo o que quer realizar. Faça desta sua primeira atividade, antes de qualquer coisa. Tá bom, depois do café da manhã e de escovar os dentes.
No final do dia, veja tudo o que conseguiu fazer e transfira para o dia seguinte o que não foi feito.
Prioridades
É importante saber dar prioridade às ações. Para mim, há alguns fatores que influenciam minhas prioridades:
Prazo. A primeira coisa que levo em conta é a data de entrega de uma tarefa. Uso um truque que é programar cada coisa para dois dias antes da data final. Assim eu tenho tempo de rever as coisas antes da entrega. Nem sempre dá pra fazer isto, porque surgem imprevistos e coisas de ultima hora e até aquelas coisas “pra ontem”. Nestes casos eu observo:
Resultados. Procuro dar prioridade àquelas atividades que trarão o maior resultado. A Regra de Pareto diz que 20% do que fazemos traz 80% dos resultados, enquanto os outros 80% de atividades produzem 20% de resultados.
Procuro identificar os 20% melhores e delegar o restante. Pense nisto: às vezes vale mais a pena contratar alguém para resolver o que não traz tanto benefício, mas que igualmente precisa ser feito. Ex: ir ao banco, ao correio etc. Pode sair até mais barato.
Facilidade. O terceiro fator de priorização de atividades é a facilidade (ou dificuldade) que determinada ação representa. Eu tento realizar tudo o que é mais rápido e fácil antes, assim no final do dia terei realizado um monte de coisas.
O perigo é ir deixando coisas mais complexas para depois e acabar esquecendo, por isso que este é o terceiro fator e não o primeiro. Os prazos e os resultados têm um peso maior que a facilidade de execução.
Às vezes, quando percebo que alguma coisa vai ser complicada, vou fazendo um pouco a cada dia ou por outro lado, vou “quebrando” um problema difícil em problemas menores e mais fáceis de resolver. Cada pequena parte resolvida é uma parte do todo, assim, quase sem querer grandes obstáculos são ultrapassados.
Conjugando estes três ângulos você também pode estabelecer suas prioridades.
Veja essa materia completa aqui.
A CLASSE C
Há 15 anos, as empresas pegavam os produtos que desenvolviam para os ricos e os depenavam para vender aos consumidores de baixa renda", diz Rodrigo Azevedo, gerente-geral de marketing para refrigeração da Whirlpool. "Hoje, para estar à frente dos concorrentes, é crucial encontrar maneiras de oferecer a esses consumidores aquilo que eles realmente desejam."
O consumidor da classe C se transformou num pobre exigente. Num movimento iniciado em 2000 - e intensificado nos últimos três anos, com o aumento da renda do brasileiro e a abundância de crédito -, esse consumidor ascendeu socialmente e passou a se deliciar com as possibilidades de consumo, tornando-se o grande vetor de crescimento do mercado doméstico. Hoje, em meio à crise financeira, atender às suas demandas tornou-se ainda mais importante, já que muitas empresas acreditam que a baixa renda é que vai segurar boa parte do consumo interno. As perspectivas são de que os estratos econômicos mais baixos da pirâmide social sejam mesmo os menos afetados pela crise graças a dois fatores. O primeiro: muitos desses consumidores têm a renda atrelada ao salário mínimo, que vem registrando ganhos reais desde 2003. Só neste ano o aumento foi de 5,8%. "Associe isso à queda esperada da inflação, e o resultado são milhões de consumidores de baixa renda com mais dinheiro no bolso para gastar", diz Leandro Padulla, economista da MCM Consultores.
Quanto mais miram na classe C, mais as empresas sentem a necessidade de conhecer a fundo esses consumidores. Uma pesquisa encomendada pela agência Nova S/B ao Ibope - e obtida com exclusividade por EXAME - acaba de revelar novas informações sobre esse universo. "Tendemos a ver esses consumidores como um monolito, mas isso é um erro", afirma João Roberto Vieira da Costa, sócio da Nova S/B. O primeiro passo do levantamento, iniciado em junho do ano passado, foi analisar os dados contidos em 4 500 entrevistas feitas com consumidores da classe C para o estudo Target Group Index, do Ibope Media. Os pesquisados foram homens e mulheres com idade entre 18 e 64 anos, residentes no Sul, no Sudeste e no Nordeste do país, responsáveis por, pelo menos, 50% das compras da família e com renda média mensal de 1 300 reais - um grupo de pessoas que representam cerca de 30,5 milhões de brasileiros. Depois dessa análise, o instituto partiu para uma segunda fase. Nela, pesquisadores e funcionários da agência de publicidade monitoraram por três meses o uso que 31 homens e mulheres emergentes, com renda familiar mensal entre 1 000 e 2 500 reais, faziam de seus recursos. O objetivo era demonstrar que esse público não tem um comportamento uniforme, e sim perfis diferentes. O acompanhamento foi feito por meio de um diário de despesas, em que os consumidores anotaram seus gastos durante os meses de setembro, outubro e novembro do ano passado. A conclusão é que essa gigantesca massa de consumidores pode ser dividida em três tipos bastante distintos.
Leia a reportagem na integra aqui.
O LUXO
Hoje a LV é uma marca bilionária global e, conforme matéria publicada na revista Exame (leia aqui), muito lucrativa... com 400 lojas e faturamento de 5 bilhões de dólares.
Na mesma matéria, é apresentado um ranking da LV em comparação as outras marcas de luxo com relação ao valor da marca.
Louis Vitton ................ 21,6 bilhões de dólares
Gucci ......................... 8,2 bilhões de dólares
Chanel ....................... 6,3 bilhões de dólares
Rolex ........................ 4,9 bilhões de dólares
Porshe ....................... 4,6 bilhões de dólares
Hermès ...................... 4,5 bilhões de dólares
Vale lembrar que as marcas de luxo, nascem como marcas de luxo, e são o que são por proporcionar exclusivade aos seus clientes e criar um imaginario que agrega valor à sua marca e produto.
Sicredi
O que acho mais bacana é a comunicação desenvolvida para o produto e os resultados que tiveram...
A proposta inicial é impactar as crianças e fazer com que elas motivem seus pais a abrirem uma Poupedi Sicredi, para motivar isso, são dados diversos brindes, na abertura da conta e a cada depósito.
Os brindes variam de cofrinhos, bonequinhos dos personagens, livrinhos e joguinhos para computador... e quanto mais poupa, mais ganha...
O site (confira aqui), além de ser completamente interativo, possui uma linguagem bem voltada ao público infantil com joguinhos e brincadeiras, e traz muitas informações bacanas, ensinando os pequenos a poupar e mostrando os beneficios...
O sucesso foi tanto que em menos de 01 ano de campanha, já conseguiu se atingir a meta de 1 bilhão de reais em investimentos em poupança, um sucesso incrivel para uma instituição tão recente.
Redes Sociais II
http://www.coworkers.com.br/redes-sociais-no-mundo-corporativo/
vale a pena conferir...
REDES SOCIAIS
O Brasil é social é com o avanço da internet, a comunicação foi além do bate-papo nas ruas, bares, cafezinhos, telefones etc. Conhecer pessoas ficou mais fácil.
A internet distancia de alguma forma física as pessoas, mas as une de muitas outras.
Na Wikipedia, que também é uma rede social, encontra-se uma descrição para explicar o significado de mídias sociais: “ferramentas online projetadas para permitir a interação social a partir do compartilhamento e da criação colaborativa de informação nos mais diversos formatos.”
Para se ter uma idéia do tamanho do mundo das redes sociais, a maior é o Facebook, com 1.191.373.339 de views por mês.
No mundo, 1.1 bilhão de pessoas maiores de 15 anos acessou a Internet em maio/09, sendo que dois terços acessaram ao menos um site de rede social, diz a pesquisa realizada pela comScore. O Brasil só perde para a Rússia em horas navegadas em redes sociais. “As redes sociais se tornaram um passatempo popular na internet não só em mercados maduros como a América do Norte, mas também em países onde há crescimento veloz da internet como a Rússia”, aponta Mike Read, diretor da comScore Europa. Ele ainda diz que “em um país de grandeza geográfica como a Rússia, redes sociais representam uma forma de ligar pessoas de lugares diferentes e o comportamento de alguns usuários oferece oportunidades a agências de comunicação digital e anunciantes que pretendem atingi-los”. E o mesmo pode ser aplicado ao Brasil.
Midias sociais e os negócios
Imagine que onde há interação social e compartilhamento de informações, pode haver pessoas falando (bem ou mal) de uma empresa. E isso não é controlado pela empresa, o que ela pode fazer é participar: colaborar e dialogar nesses ambientes. Ou seja, querendo ou não, as pessoas vão falar da empresa e a decisão de participar dessas discussões é da organização.
Além de participar, faz-se necessário acompanhar tudo o que estão falando e para isso é aconselhável muitas vezes a contratação de uma empresa com experiência no assunto, afinal estamos falando da imagem, de como ela está sendo vista pelos consumidores.
Está é, antes de mais nada, uma fonte de pesquisa tão ou mais importante do que pesquisas realizadas por institutos, pois tem uma característica própria de extrema relevância: os consumidores estão falando espontaneamente, sem interferência nem possível direcionamento em suas opiniões.
É muito importante traçar objetivos, estratégias e definir como você quer aparecer no mundo digital quando alguém te procurar. Basta começar cadastrando a empresa nas redes sociais. Para isso, crie um perfil dentro das redes que achar relevante para o seu negócio: Orkut, Facebook, Linkedin, Myspace, Twitter etc, e deixe que um empresa com conhecimentos na área de comunicação digital administre os perfis de sua empresa.
Mais atenção: as redes vão muito além do tão famoso Orkut. O compartilhamento de informações acontece em blogs, microblogs, chats, RSS, widgets, mensagens instantâneas, podcasts, sites de compartilhamento de vídeos e fotos, wikis e outros.
Apenas o cadastro não é um trabalho de mídia social. É só o começo. O importante é cuidar da sua reputação digital, sem querer controlar, e tornar-se relevante nas redes sociais.